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:: AMEMOS DE FATO E VERDADE ::

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 0 comentários

 
Muitos de nós somos fruto de uma semente de restauração e estamos sendo convencidos pelo Espírito a mostrar frutos que provem essa realidade, por isso, é inevitável que valores outrora normalmente negligenciados sejam tratados com mais responsabilidade e profundidade. Dentre esses valores, com certeza, o maior é o amor, porque está acima de tudo que é transitório (1 Coríntios13.13).

A questão é que a maioria dos questionamentos feitos sobre isso até hoje se mostraram sem muitos resultados transformadores, explicando o desconforto que sentimos sobre o assunto. Mas por que isso acontece? Porque estamos remediando conseqüências sem termos coragem de tratarmos suas devidas causas. E como trataremos as causas originadoras dessa realidade? Primeiramente teremos que olhar para dentro de nós mesmos.

A verdade é que há algum tempo assimilou-se uma cultura evangélica que aprecia o conforto em todos os aspectos possíveis da palavra, terceirizando responsabilidades intransferíveis, dentro de uma mentalidade que ignora o princípio elementar de funcionamento da "justa cooperação de cada parte" e do "auxílio de cada junta" (Efésios 4) .

Essa cultura procura evitar trazer qualquer tipo de desconforto ou apelo a sair de tempos de uma pregação descomprometida, tranqüilidade e diversão para tempos de mobilização e responsabilidade, porém, não podemos falar de amor, sem falar de responsabilidade pessoal, sem falarmos de sacrifício, esvaziamento, humildade, sofrimento e assim por diante.

Antes de falarmos mais uma vez sobre "amar ao próximo", creio ser necessário revermos nosso discurso e quem sabe até mesmo abandoná-lo de uma vez por todas. Por quê? Se estivermos numa posição confortável e cômoda não sabemos ainda o que é o amor!  È comum, assumirmos um discurso unilateral vitimizado por nossas feridas emocionais, egoísmo travestido de espiritualidade, cobrando amor e afeição de todos que estão a nossa volta, porém, precisamos nos permitir ser tratados integralmente à maneira de Deus, para que possamos compreender e viver biblicamente essa realidade de forma responsável e transformadora.

Qual o nosso tipo de discurso? Com base nisso, movido por um santo temor, desejo falar sobre esse princípio justamente pelo desconforto que ele tem trazido a mim e a todos que estão procurando crescer nas verdades elementares do Reino, sem transferir suas responsabilidades como verdadeiros discípulos de Cristo.

É incontestável que a religião evangélica tem confessado verdades que muitas vezes não funcionam, e dentre essas verdades sem resultados comprovados, está a prática do amor. Creio que até aqui a realidade fala por si mesma, mas a grande questão é, qual é o motivo que faz com que esse quadro permaneça? Qual a verdadeira razão e origem que determina essa crise? Temos ouvido muitos desabafos com relação a deficiência da igreja para com o amor fraternal, porém, desabafos são constatações muitas vezes carregadas de veneno mortal das amarguras que contaminam a verdade, desabafos são desprovidos de amor e edificação e carregados de justiça própria e direito, estamos falando de princípios elementares do cristianismo mais responsável.

Segundo,1 Tessalonicenses devemos consolar os desanimados, amparar os fracos e ter paciência para com todos. Por isso, temos tido paciência para com os desabafos, como parte do processo de tratamento das enfermidades da alma, mas não podemos fazer dessas declarações uma palavra de Deus para a igreja e os santos, uma vez que trazem culpa, depreciação e tristeza ao invés de edificação que caracteriza uma exortação feita em amor.

Então, o que fazer para começarmos a ver mudanças concretas? Primeiramente, olharmos para dentro de nós mesmos, deixarmos definitivamente de dar diagnósticos para assumirmos nossa necessidade de tratamento. Por quê? Porque a forma como vejo o mundo e as pessoas a minha volta é reflexo da forma como me sinto e na maioria das vezes como me vejo, por isso, não se transforma coletivamente, sem que sejamos intimamente transtornados, que aceitam o desafio de se ajudarem dentro desse processo.

Ainda nesses dias ouvi uma velha verdade sobre isso: “Como transformar o mundo se não nos deixamos ser transformados?” Como sermos agentes de restauração se não somos restaurados em nossa maneira de pensar? Se queremos mudanças concretas, temos que mudar, temos que nos desarmar, temos que sair desse ciclo de feridas que nos aprisiona na imaturidade e esterilidade. Olhe a sua volta, e seja sincero com você mesmo.

 Temos que romper com as correntes do egoísmo e do orgulho que nos lançam dentro de cavernas escuras cheias do medo, insegurança e solidão desnecessárias. Se quero ajudar alguém a tirar um cisco que atrapalha sua visão, tenho que deixar que Deus tire a tábua que me impede de ver o Reino e discernir o corpo espiritual de Cristo (Mateus 7.3). Não existe base bíblica que me respalde a dar o que não temos recebido de Deus, a julgar naquilo que não fazemos (Romanos 2.1), a cobrar o que não damos, testemunhar do que não presenciamos ou falar do que não vivemos. Pensando assim, entendemos que somos a origem da crise, e agora precisamos de uma resposta concreta para encontrarmos a origem da solução?

Tratando causas, neutralizamos seus efeitos
A partir do momento que vemos o relato do pecado no contexto bíblico, um dos seus primeiros efeitos foi afetar o amor fraternal, o relacionamento de amor verdadeiro entre irmãos. Sabemos que Adão teve dois filhos, Cain era um lavrador e Abel, um pastor de ovelhas, e também sabemos que os dois trouxeram suas ofertas a Deus, porém, de Cain Deus não se agradou, que imediatamente se irou decaindo o semblante. Mediante a reação de Cain Deus diz: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo”(Gênesis 4.7).

O problema de Cain era com Deus ou com Abel? Sabemos que entre ele e Deus, pois não procedeu corretamente. Outra pergunta: Em quem Cain descontou sua ira atribuindo culpa por sua falta de aceitação? Todos nós sabemos que em Abel. Mais uma pergunta: Abel tinha alguma questão pendente com Cain? Preste atenção: O que é mais confortável? Acertar sua situação com Deus ou descontar suas frustrações matando seus irmãos? Observe que quando Deus pergunta a Cain de seu irmão ele responde: “Não sei; acaso, sou eu tutor ou responsável por meu irmão?”.

Depois de tantas perguntas você pode me perguntar: O que isso tem a ver conosco? Lembre-se: A forma como vejo as pessoas é reflexo de como vejo Deus, e me sinto visto por Ele. A partir do momento que estou resolvido com Deus, os meus problemas de relacionamento cessam, pois vejo as pessoas por uma nova perspectiva. Observe que o primeiro sintoma de problemas com relação ao amor fraternal, é “não aceitamos responder por nossos irmãos, pois somos egoístas ao ponto de cobrarmos aceitação, mas não nos sentimos responsáveis por eles”. Além disso, muitas vezes, temos problemas com Deus que ao invés de resolvermos com Ele, resolvermos descontar nas pessoas, e ainda depois de matarmos pessoas, muitas vezes inocentes, negamos qualquer responsabilidade. Cain não teve forças para controlar os impulsos do seu coração, precisamos cuidar para que não venhamos cair no mesmo erro.

Por isso, em 1 João 3.10, quando fala da diferença dos filhos de Deus e dos filhos do diabo, que muitas vezes podem viver juntos, fala sobre aqueles que amam a seu irmão e aqueles que seguem o exemplo de Cain. Atentemos para isso! Se estivermos doentes temos que ser tratados, resistindo o mal que nos tenta a fugir de nos mesmos e de Deus. Sei que essas palavras são desconfortáveis, mas devemos reconhecer que não trazem peso nem culpa. São desconfortáveis porque nos mostra o quanto nos falta sanidade emocional e espiritual, o quanto ainda somos místicos para tentarmos fugir dos nossos conflitos. Quero te encorajar a isso! Não se contente mais com o alívio de não ver suas feridas sendo tratadas à maneira de Deus, permita-se ser curado por Ele, faça valer a cruz de Cristo em sua vida e neutralize de uma vez por todas os velhos efeitos e consequências de situações mal resolvidas. Não pule essa etapa dentro do seu processo de desenvolvimento. Essa verdade pode nos fazer livres e libertos.

O ponto de partida para uma nova realidade.
A falta de um amor fraternal é um efeito incontestável, assim como é incontestável que muitas pessoas estão doentes e carentes de amor e aceitação. A situação é que essas pessoas acabam colocando sobre outras o peso da culpa de não conseguirem resolver seus problemas de se sentirem amadas, e essas pessoas por sua vez, acabam se sentido mal por não serem reconhecidas em sua tentativa de amar, colocando sobre outras a culpa por não tentarem, e assim se forma um ciclo de cobranças e julgamentos totalmente carnais, em nome do amor que segue trazendo mais enfermidades do que a cura.O que precisamos entender com isso?

Primeiramente que somos incapazes de amar por nós mesmos, e que o quanto temos falado ou cobrado as pessoas não tem mudado nada. Isso parece cruel, mas é por isso que evangélicos falam a anos sobre "amor incondicional" e muito pouco de concreto acontece fora de ambientes culticos. Por isso, precisamos encontrar um novo caminho, mas como? Talvez entendendo melhor o que é o amor. Será que ainda não entendemos isso? Sabemos que Deus é o amor! (1 João 4:8 Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor).Porém, devemos entender que se Deus é amor, eu só tenho condições de amar, se estiver Nele e Ele estiver em mim. Esse é o significado desse "Conhecer" a Deus, palavra que aparece como uma ação contínua de ser um com Ele.

Por isso,1 João 4:16 diz que quando conhecemos a Deus, cremos no amor que Ele tem por nós e a cada dia que permanecemos no seu amor, permanecemos Nele, e Ele permanece em nós.Com base nesse entendimento te pergunto: É possível amarmos com o amor de Deus, sem estarmos Nele e Ele em nós? Lógico que Não. Por isso, enquanto continuarmos fazendo algo em nome Dele sem Ele, conseguiremos apenas mais cansaço, frustração e culpa. Lembre-se, 1 João 5:3 diz que este é o amor de Deus: Que guardemos seus mandamentos e eles não são penosos e pesados de carregar. Portanto, tudo que traz condenação e culpa, não vem de Deus, mas do homem. “Precisamos entender o amor como um princípio espiritual sem mistificá-lo”. Mas como? Entendendo que o amar passa pelo conhecer a Deus e ter um relacionamento saudável com Ele, sendo assim, eu me sinto amado por ele e posso simplesmente comunicar esse amor sem peso.

O "amar" pode ser algo leve, mas como? O que é necessário para isso? Cumprir o mandamento como ele é, ou seja, que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão (1 João 4:21). Mas preste atenção na ordem desse texto, ela não é por acaso. O quem vem primeiro: O amar a Deus ou o próximo? (Mateus 22.37) Portanto, é possível amar ao próximo como a mim mesmo, sem amar a Deus e ser amado por Ele? Já parou para observar porque Jesus amava os que estavam com ele? Por que antes disso, amava ao Pai e era amado por Ele. (Mateus 3.17).1 João 4:10 diz: Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou. Isso é maravilho e nos envolve dentro de uma atmosfera aceitação e nos completa em Deus e na sua família. Deus não impôs condições para me amar, posso amar e me sentir amado incondicionalmente sem impor condições para isso.

Não podemos mais insistir em dar algo que ainda não alcançamos, mas busquemos isso, para que esse amor seja derramado sobre nós pelo Espírito (Romanos 5.5), porque não vem de nós mesmos e somente a medida que nos deixamos ser ministrados por ele, podemos manifestá-lo (1 João 4.20). Deus mais uma vez é o fator originador dessa verdade, eu só posso amar, a partir do momento que conheço a Deus e me sinto amado por Ele. 1 João 4:19 diz: Nós amamos porque ele nos amou primeiro e se Deus de tal maneira nos amou, devemos também amar uns aos outros(1 João 4:11). Entende agora porque uma transformação coletiva passa pelo transtorno pessoal?

Portanto, agora torna-te um modelo.
Avançando para alguns passos mais práticos, devemos entender primeiramente que “todos” os homens que exortaram, encorajaram e até mesmo advertiram a respeito da prática do amor, representavam um modelo a ser seguido e não apenas um discurso a ser ouvido. Paulo, por exemplo, diz a Timóteo: "Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza"(1 Timóteo 4:12). Ele esperava que seu discípulo se tornasse a impressão exata daquilo que havia transmitido através do ensino e seu procedimento(1 Timóteo 6.11/2 Timóteo 2:22/3:10). Por isso, ele podia dizer: "O que aprendestes, e recebestes, e ouvistes e vistes em mim, isso praticai e o Deus de paz será convosco" (Filipenses 4.9/2 Timóteo 3.14), e não só isso, tudo que eles recebiam deveriam continuar transmitindo a outros homens fiéis e idôneos, dignos de confiança e suficientes em habilidade para instruir a outros (2 Timóteo 2.2).Trata-se de "Modelos estabelecendo um novo padrão de vida e comportamento".

É possível falarmos sobre "amar de fato e de verdade" sem sermos um modelo? Adianta orarmos contra “espírito de confusão” se não fazemos nada de prático e concreto? Tiago 4.1 diz: de onde vem as guerras que há entre vocês? Serão que não são a extensão das paixões que existem em vocês? Os problemas que temos entre nós são resultado dos problemas que temos em nós. Precisamos de muita maturidade para poder ver a situação por essa perspectiva.

A Andréa um dia compartilhou algo comigo: Uma mulher procurou um homem muito sábio e influente para pedir que aconselhasse seu filho a ingerir menos açúcar, pois estava lhe causando problemas de saúde, então, o homem pediu que ela voltasse depois de trinta dias. Passado o tempo, ela voltou ao homem que chamou seu filho e disse: "não coma mais tanto açúcar pois não fará bem pra você, coma menos e se sentirá melhor". Então a mãe quase que decepciona perguntou: "Você precisou de trinta dias para dizer isso a ele?". O homem respondeu que na verdade, precisou de trinta dias para ficar sem comer açúcar e comprovar que realmente estava se sentindo melhor, "eu preciso ser a mudança que desejo ver". Esse homem foi Ghandi e traz para nós um bom exemplo de como as transformações devem partir de cada um de nós, quando cada um de nós se tornar um modelo alcançaremos o padrão bom, perfeito e agradável de Deus (Romanos 12.2).

Por isso, cremos que duas verdades práticas se tornam fundamentais para um melhor funcionamento desse princípio, primeiro, devemos parar de remediar efeitos, lutar contra consequências, para irmos direto as causas das nossas crises emocionais, procure ajuda, procure falar com alguém sobre seus sentimentos, seja sincero com Deus a respeito das expectativas que você colocou em pessoas, situações e instituições que te frustraram.

Segundo, devemos trocar nosso discurso pela responsabilidade de nos tornar modelos aos fiéis, a fim de que possamos formar mais homens como Timóteo, discípulos amados e leais que não apenas te ouvem, mas freqüentam a sua casa e observam o seu procedimento, se tornando a impressão exata de Cristo, que é a impressão exata do Pai. Lute contra seus direitos e sua razão para através da humilhação alcance um novo nível de autoridade e respeito. Descubra a força que existe no assumir suas fraquezas e limitações emocionais. Busque por esse derramos do amor de Deus em seu coração por meio do Espírito.

Sabemos que nada disso é novo, mas na verdade, não temos falhado no conhecimento, na falta de um entendimento espiritual prático, por isso, Tiago fala tão diretamente da necessidade de nos tornarmos praticantes e não mais ouvintes (Tiago 1.22), e ainda que todo aquele que sabe o que deve fazer e não faz, está pecando, está se desviando do propósito de Deus (Tiago 4.17). Sendo assim te pergunto: Qualquer um de nós pode se levantar e exortar a igreja a viver o amor? Sim, devemos fazer isso, mas para que essa atitude não seja leviana, devemos ser antes um modelo de procedimento (1 João 3.16), independente se você é ovelha, ou pastor, líder ou liderado, somos todos uma grande família de Deus. Alguém tem que vencer o orgulho que escraviza, paralisa e adoece para dar o primeiro para rumo a uma nova ordem que trará impacto sobre a sociedade e o espírito que rege esta era.

Estamos vivendo um tempo muito especial de amadurecendo a respeito do Funcionamento do Reino e da representatividade da Igreja em uma cidade, e dentro desse processo, temos entendido algo: "Cuide bem dos seus discípulos, mesmo que não sejam muitos, encontre essas pessoas idôneas, aqueles que se esforçam para ser como seu Cristo. Faça discípulos e não se distraia com a multidão.

Estamos falando isso, por que temos visto muitos chamados restauradores que não conseguem mais viver dentro de uma instituição religiosa estabelecida sobre valores e doutrinas humanas, e em nome dessa inquietação se tornam resmungadores, ao invés de se tornarem um modelo a ser seguido. Lembremos que devemos nos comportar como filhos da luz, e que a luz não tem voz! Assim, denunciemos as obras infrutíferas sem palavras, simplesmente vivendo em toda bondade, justiça e verdade.(Efésios 5.7-17)

Todo Reino é ordenado por princípios e leis espirituais inegociáveis que funcionam. Por isso, quero incentivar você a cumprir uma lei importante com relação a esse princípio: Semeie o amor! A palavra diz que de Deus não se zomba, não se brinca, não se negocia, aquilo que eu semear é o que vou colher (Gálatas 6.7). Muitos reclamam não receberem amor, como se o problema fosse somente das pessoas que estão a sua volta, mas talvez essa realidade esteja sinalizando para o tipo de semente temos semeado, que tipo de sentimento temos disseminado entre elas.

Paulo diz que podemos semear movidos pela carne ou pelo Espírito, e que minha colheita terá a mesma qualidade da minha semente, sendo assim, nosso desafio é semear no espírito, mas como? Volte os olhos aos evangelhos e veja o que Jesus mostra sobre isso. Queremos receber amor? Guardemos-nos nessa lei espiritual, não cansemos de fazer o bem, pois ao seu devido tempo ceifaremos, se não desfalecermos, desistirmos de continuar semeando.

Enfim, o que desejamos nessa primeira reflexão é despertar e encorajar todos os santos a vencerem o desconforto de olharem para dentro de si mesmos, deixando que o amor de Deus libere cura e os torne modelos no procedimento para todos os fiéis e discípulos, semeando amor sem descansar. Avancemos nessa verdade, e então não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade. (1 João 3:18). 

Fraternalmente em Cristo
Anderson Bomfim

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