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AULA 03 - A NATUREZA DOS FILHOS

domingo, 17 de julho de 2011 0 comentários


A REDENÇÃO DA NATUREZA HUMANA
“Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviada pelo seu caminho,
mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós” Isaias 53.6

Estamos no início de uma jornada de discipulado e apesar de estudarmos as escrituras continuamente, seu conhecimento sem o entendimento e identificação com a cruz e a ressurreição só nos trará mais condenação. João 12:47-49 diz: “Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; porque eu não vim para julgar o mundo, e sim para salvá-lo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia. Porque eu não tenho falado por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar.”

Em Mateus 16 entramos o momento especial em que Pedro tem a revelação que quem é Cristo, o Filho do Deus vivo. Pedro aceita quem Ele É mas não aceita o que Ele tem que fazer, pensa como homem natural e sua mente é ofendida, fica escandalizado e ao invés de unir a Cristo, se une a Satanás que é contra a todo pensamento de Deus. O fato de entendermos quem é Jesus não é o suficiente, é necessário que entendamos o que Ele fez. Não podemos apenas sentimentalizar a cruz, ficarmos comovidos ou sentirmos compaixão de Jesus, no processo redentivo de Deus, apropriação e desenvolvimento da nossa salvação, é necessário entender a Obra de Cristo realizada por nós e o que ela deve realizar “em nós”, tenho ouvido um amigo chamando isso de “cruz objetiva” e “cruz subjetiva” (Experiência interior).

É interessante falarmos sobre isso, porque essa mensagem da cruz deve ofender para salvar, ela serviu de escândalo para os judeus, se tornou uma pedra de tropeço para eles, denunciou a expectativa humana e equivocada e se tornou uma loucura para os gentios porque lhes parece uma tolice, a loucura de Deus mais sábia do que os homens, a fraqueza de Deus mais forte do que os homens. (1 Coríntios 1.21-25). A mensagem da cruz é uma tolice aos que se perdem, mas aos que são salvos poder de Deus (1 Coríntios 1.18). A religião nos deixa bem, tem status e aceitação social, mas o testemunho do Cristo crucificado e ressurreto sempre será perturbador (Gálatas 6:12).

Martin Lloyd Jones[1] fala sobre essa ofensa, desconforto e desgosto que a mensagem da Cruz promove, primeiramente por causa do nosso orgulho intelectual, idéias, conceitos e expectativas que criamos em todas as coisas. A mensagem da cruz confronta nossas convicções gritando em nossa mente que não somos salvos por idéias, pensamentos ou conhecimento. Na era dos idealistas pensadores, diante das propostas de um mundo melhor, somos confrontados com a mensagem incômoda que denuncia a maldade da natureza humana, que alega inocência e a ilegalidade moral no fato de ter que ser punido pelo pecado de outro (Adão). Mas a maior ofensa está no fato do homem que se diz capaz de compreender todas as coisas, reconhecer sua incapacidade de compreender a mensagem e o mistério de Cristo. A ofensa cumpre o propósito de denunciar o orgulho do homem caído e o desafia a crer na sua redenção em Cristo.

Isaias 53:6 fala que todos nós andávamos desgarrados, em Lucas 19:10, Jesus afirma que veio para buscar e salvar o perdido. Muitos podem se esforçar para viver uma vida piedosa, até mesmo religiosa, não são adúlteros, ladrões, assassinos, drogados ou bêbados, mas a questão é que todos nós estávamos desgarrados, andando sem pressa, sem rumo e sem propósito, caminhos que parecem direitos mas seu destino é a morte (Provérbios 14:12). Trata-se da independência, oposição e resistência a ordem e autoridade de Deus. A melhor palavra para essa condição humana é rebelião, e como conseqüência, sua condição é de iniqüidade, estado de culpa e punição que lançou o homem a corrupção progressiva (Isaias 1.2-6).

Por esse motivo, Deus fez cair sobre Cristo a iniqüidade de todos nós, não apenas nossa rebelião, mas todas as conseqüências ruins, a punição e todos os seus efeitos destrutivos. A grandeza dessa substituição e justificação está no fato da justiça de Deus para com todas as dividas imputadas a nós se cumprir em Cristo. A verdade é que Deus prova seu amor para com todos nós no fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nos ainda pecadores, justificando-nos pelo seu sangue e salvando-nos da ira de Deus (Romanos 5:6-9). Cristo se fez maldito por nós para que fossemos abençoados por causa da sua obediência. Com base em Isaias 53 descrevemos algumas dessas bênçãos:

·         Foi Castigado para que fossemos perdoados
·         Enfermou para que fossemos curados
·         Foi feito pecado por nossas transgressões para que fossemos justificados por sua justiça.
·         Morreu a nossa morte para que partilhássemos a sua vida
·        Fez-se maldito para que recebêssemos a benção
·         Suportou a nossa miséria para que dividíssemos a sua abundância
·         Aguentou a nossa vergonha para que partilhássemos da Sua Glória
·         Suportou a rejeição para que desfrutássemos da sua aceitação
·         Nosso velho homem morreu em Cristo para que o Novo Homem em Cristo viva em nós

Derek Prince[2] diz: “Você nunca encontrará motivos para ter merecido essa troca. Ela foi a superação da soberana graça de Deus e a expressão de seu amor imensurável”. A conclusão é que todos pecaram, perderam-se em sim mesmos e por isso estão separados de Deus, impedidos de serem ícones da sua glória, expressão das virtudes da sua natureza (Romanos 3.23). Cristo se manifestou para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo (Hebreus 9.26), como Cordeiro oferecido por Deus, veio para tirar o pecado do mundo (João 1.29). Cristo se apresentou como o Sacerdote e o Sacrifício, por meio do Espírito Eterno, ofereceu a si mesmo imaculado a Deus (Hebreus 9:13-14) e o mesmo Deus e Pai o ressuscitou pelo Espírito (Atos 2:33).

Portanto, somos incapazes de lidar som nossas dificuldades existenciais e encarar o fato de que a raiz do nosso problema é o pecado. Cristo tomou sobre si os pecados de todos os homens, de todos os tempos e não podemos nos distrair com o evangelho da auto-ajuda e a religião humanista que tem como herança o antropocentrismo grego, homem no centro de todas as coisas (Helenismo) e mais do que nunca vive a determinação do prazer como o bem supremo da sua jornada (Hedonismo). Diante desse quadro geral pregamos a obra de Cristo na cruz como única fonte de graça e poder para vivermos a vida de Deus (1 Coríntios 1.25).

Segundo Êxodo 20:24-25 diz: “Um altar de terra me farás e, se me fizeres um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas; se sobre eles levantares o tua ferramenta de lavrar, profaná-lo-ás”. O altar deveria ser feito apenas de materiais em seu estado original, sem qualquer modificação humana (Terra – Pedras brutas). Além disso, Deuteronômio 16.21 diz: “Não plantarás nenhum bosque de árvores junto ao altar do Senhor teu Deus que fizeres para ti”.  Deus não quer o que plantemos, mas que derramemos algo pela fé. Lembre-se de Cain e Abel, o resultado do nosso trabalho não é suficiente para vencermos o pecado que bate a porta do coração. Abel teve fé para derramar sangue de um animal, não houve mérito dele, creu o suficiente na justificação pelo sangue derramado para ser considerado justo. Ainda vivemos um conflito interno entre essas duas realidades. Crer na obra de Cristo, identificação, substituição e justificação deve ser a base no "Novo Homem"

UM NOVO NASCIMENTO, NOVA NATUREZA, NOVO HOMEM
Romanos 6:6-7 “O nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito,
a fim de que não sirvamos mais ao pecado. Porque aquele que está morto está justificado do pecado.

Quando Paulo fala sobre o “Velho Homem crucificado” não está tratando apenas de nossos pecados passados, mas da natureza rebelde, independente e resistente que existe dentro de cada um de nós, natureza que precisa ser crucificada. Estamos agora diante da cruz subjetiva (Experiência Interior). Romanos 6:6-7 diz: “O nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais o pecado. Porque aquele que está morto está justificado do Pecado”. Na continuidade do texto, Romanos 6:8 diz: “Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado, mas quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus, nosso Senhor”.

Independente da nossa condição e posição, todos nós precisamos nascer de novo, nascer do alto (João 3.3), dessa nova natureza em Cristo Jesus. Isso fala da realidade em que somos completos, em que o pecado não mais nos atrai, nem tem mais poder sobre nós. Haviam três cruzes, uma daquelas era de Barrabás, você pode pensar, quem era esse homem? Se Natan estivesse aqui poderia dizer: Este homem é você (2 Samuel 12.7). Jesus substituiu um bandido transgressor, o velho homem de cada um de nós. Ao invés de travestir seu velho homem de bom religioso, abençôo para que busque por esse lugar de crucificação e a realidade da ressurreição.

Efésios 4:22-24 diz: “quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano,  e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade”. Trata-se de uma palavra de exortação (Posicionamento) a pessoas salvas, esse revestir-se intimamente de um novo homem é algo que devemos buscar depois de cremos para salvação. O novo homem foi criado segundo os padrões de Deus de justiça e a santidade que procede da verdade. Derek Prince diz: “Deus não remenda nem reforma o velho homem. O Senhor não melhora ou educa, mas Ele o leva à morte. No lugar da velha criatura, surge um novo homem, resultado da verdade de Deus.

Nesse momento lembramos de 2 Coríntios 5.17 que diz: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é”. Trata-se do fechamento de uma mensagem, mas que mensagem? “Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou”. 

Uma nova criatura nascida de uma nova realidade deseja ardentemente ser revestida do novo corpo que será perfeito para vida eterna, para isso avançamos pela fé e não pelo que vemos, tendo Espírito Santo como garantia do que Deus tem reservado. Como nova criação, temos eternidade em nós agora! Esta esperança deve promover perseverança e paciência para enfrentarmos tudo o que é necessário que passemos para que experimetados cheguemos onde temos que chegar. Uma nova criação é modelada a partir dessa realidade espiritual e eterna (Romanos 12.2). 

Essa nova natureza é uma questão de semente que determina a natureza da vida que virá dela.1 Pedro 1.23 diz: “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre”. Confirmando isso, Tiago 1.18 diz: “Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fossemos como primícias das suas criaturas”. Trata-se de uma natureza não sujeita a corrupção e a decadência da natureza do velho homem. 

1 João 3.9 diz: “Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado; porque a sua semente permanece nele; e não pode pecar; porque é nascido de Deus”. Segundo Derek Prince “João não está falando sobre o individuo, mas sobre o novo homem no individuo. Porque ele é nascido de semente incorruptível, o novo homem é incapaz de pecar, ao contrário do velho homem que não pode evitar o pecado. O que vamos fazer daqui em diante depende de quem exercerá autoridade sobre nós, do quanto deixaremos que a obra da cruz e da ressurreição atue dentro de nós e nos faça livres do domínio do principe desta era, do mundo e da carne, nosso maior inimigo.

A palavra original para essa “semente” é “Sperma”, “Sêmen viril” que possui força vital ou poder de gerar vida, apontando para a idéia de origem e natureza. Aquele que é nascido de Deus, traz nele uma nova genética e DNA espiritual. Essa realidade de “filhos de Deus” está relacionada a Cristo, pois, quando me identifico com Ele em sua morte, e me identifico com Ele em sua ressurreição, posso ver e entrar no Reino de Deus por filiação (João 3.3 | João 1:12). 

Jesus se fez carne, habitou entre nós, mas foi gerado por uma divina semente, trazendo em si a imagem do Espiritual (Quem vê a mim, vê ao Pai). Trata-se da mesma genética espiritual. Quando a bíblia fala “Nascido de Deus”, confirma a idéia de uma “Nova Geração de Deus”, nascidos e tirados de dentro Dele, agora não mais naturalmente, mas espiritualmente, representando a expressão exata de sua imagem e semelhança, assim como em Jesus a manifestou como homem. 

Entendemos o novo nascimento como o resultado de uma experiência espiritual genuína que ativa nossa percepção espiritual e nos leva ao processo em que convertemos nossa alma, vontade, mente e emoções totalmente a Deus. Alguém Nascido de Novo é nascido do alto podendo corresponder e discernir todas as coisas espiritualmente. Mateus 7:16 diz: “Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?”.

Quando assumimos nossa posição em Cristo, vencemos o pecado e o maligno não nos toca (1 João 5.18), mostrando que essa realidade espiritual não é isolada da vida, mas provada na vida. Esse maligno que não nos toca no sentido de não ter comunhão ou coabitar. Quando somos nascidos de Deus, não temos nenhum tipo de relação com o pecado, que por sua vez, deixa de ter qualquer tipo de poder de influência e sedução sobre nossas vidas. Em outras palavras deixamos de ser inflamáveis. Portanto, trata-se de uma nova semente que gera uma nova natureza para uma nova realidade de “filhos” que não são afetados pelo maligno, que a partir de Cristo, vivem na revelação de uma aliança que não mais cobre o pecado, mas agora tira, fala da realidade vivificante restauradora e transformadora.

Romanos 6:4  Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como
Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida.

EVIDENCIAS DA NOVA NATUREZA DE FILHOS
O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante.  Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual. O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu. Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e, como é o homem celestial, tais também os celestiais. E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial. 1 Coríntios 15.45-49

Deus tem propósitos definidos, por isso, não somos obra do acaso, uma mutação ou acidente genético, por isso, entendemos Gênesis como um livro de princípios espirituais, mostrando-nos Adão sendo gerado pelo sopro de Deus e estabelecido como alma vivente, com capacidade de escolher ou não obedecer, de permitir ou não, que Deus exercesse influência sobre sua vontade. Justamente pelo fato da alma possuir tal poder, representando a individualidade do homem, a bíblia chama o Primeiro Adão de “Alma Vivente”.

A maior prova dessa individualidade está provada no nível de relacionamento que o homem tinha com Deus, eram duas pessoas distintas que se relacionavam exteriormente, Gênesis diz que Deus chama por Adão. No Jardim do Éden havia um relacionamento exterior, agora através do princípio da aliança, o sangue do Cordeiro foi derramado (dois se tornem um), nosso relacionamento com Deus não é interior, visto que habita em nós pelo Espírito (João 14.23 “Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada). 

Isso é muito especial, pois fala de um novo nível de relacionamento e influência, fala de uma nova realidade de vida, de um Espírito que clama dentro de nós: Aba Pai (Romanos 8:14). Trata-se de uma natureza que não vive mais como “alma vivente” em sua individualidade, segundo a influência dos sentidos e sua própria vontade, mas de uma nova criação em Cristo, espiritualmente sendo um com o Pai, vivendo segundo sua vontade.

O primeiro Adão foi estabelecido como “Alma vivente”, a palavra “vivente” aparece no sentido de ter vida e o segundo Adão que é Jesus, aparece como “Espírito vivificante”, no sentido de produzir a luz da nova vida, o poder espiritual de despertar e revigorar a vida. Um vive e outro vivifica e conserva a vida. O homem vivente tem vida, o vivificante comunica vida, porque está em Cristo (João 15.5).O homem segundo a semente terrena e natural vive em sua individualidade, intelectualidade, emoção e vontade, trazendo em si a imagem do que é terreno, carnal e natural. Em Jesus temos uma nova semente que gera segundo uma nova natureza que tem a expressão da sua individualidade mas não vive mais em seu individualismo. O primeiro Adão apesar de ter o sopro de vida, ele é terreno e natural, essa segunda natureza é espiritual. Trata-se de um novo modelo e padrão, por isso, em Cristo nos tornamos “espírito vivificante”.

Entendendo isso, devemos avançar do vivente para o vivificante, a mente religiosa não é vivificante, porque o homem vivente faz somente o que tem vontade. O homem natural não entende as coisas do Espírito porque lhe parece loucura (1Coríntios 2.14), por isso, somos tentados a minimizar a loucura da pregação, minimizando o poder curador, transformador e vivificante do Evangelho. Tornar-se “espírito vivificante” fala de experimentar essa nova natureza espiritual em uma realidade prática de vida, autoridade e poder, trata-se de trazer a imagem do eterno, a imagem do Pai em nós, é poder dizer, à semelhança de Cristo, quem vê a mim, vê ao Pai, trata-se de uma nova genética espiritual provada na vida diária e não na cerimônia, algo muito sublime, profundo e ao mesmo tempo simples.

Fraternalmente em Cristo
Anderson Bomfim


[1] JONES Martyn Lloyd – A mensagem da Cruz – O caminho de Salvação de Deus. – Editora Palavra
[2] PRINCE Derek – Comprados com Sangue: A obra de Deus na Cruz – Graça Editorial

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